01 maio 2007

REVELAÇÃO MAIA (LENDAS DA SAUDADE)


Antes, éramos dois:
Eu e você.
Hoje, somos três:
Eu, você e a saudade.
Poeta aprendiz, me fiz
Nas lendas dos Montes Santos
Onde em Terras Incas, habitei.
Fui pássaro formoso,
Deusa em forma de mulher,
Divindade apaixonada,
Cigana glorificada,
Iara reverberada
Para um dia em teus braços, pousar.
Sim !
Sou poeta de uma só alma
Por Divindades Maia, evocada.
Navegante do mistério Asteca, sou
Ávida de carinhos,
Repleta de amor,
Pois sou fruto dessa história bonita ...
História que você criou.


Sílvia Kerner

10/11/98

3 comentários:

Anônimo disse...

nossa que lindo!
adorei a idéia matemática...
parabéns

Silvia Kerner disse...

Obrigada! Fico feliz por ter gostado. Essa poesia tem uma história muito bonita, assim como todas as outras que tento colocar no papel.
Abraços

Lunna Guedes disse...

Adorei a transcrição (intensa) me pareceu tão singular a mim, a minha história. As minhas sensações.
A minha definição mais alegre e sensata.
Adorei seu versar.
Beijos